Cargill contribui para desenvolvimento sustentável e resposta à COVID-19 na Amazônia

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 A Cargill é uma das maiores empresas de processamento de alimentos do mundo, com mais de 150 anos de história. A organização está na PPA desde 2019, contribuindo para o Grupo de Trabalho em Mercados, que desenvolve cadeias de valor locais, estimulando a aquisição de produtos e serviços de empresas locais pelo setor privado presente na Amazônia.

Em 2020, a Cargill passou a fazer parte do Conselho Deliberativo da PPA. Além disso apoiou a parceria “PPA Solidariedade: Resposta à COVID-19 na Amazônia”, iniciativa que engaja o setor privado em parcerias estratégicas para alavancar soluções inovadoras e escaláveis para fortalecer a resposta rápida a emergências e ao combate a COVID-19. Alessandro da Cunha Fernandes, gerente de relações institucionais da Cargill conversou sobre a PPA se alinha com as propostas de desenvolvimento sustentável da empresa.

1.Como membro do conselho deliberativo da Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA), o que a Cargill espera da PPA?

Acreditamos que a Cargill – junto com nossa indústria, agricultores, governos locais e clientes – todos são responsáveis pela transformação da cadeia de suprimento de alimentos. Por isso, estamos interagindo com as partes interessadas todos os dias para progredir e buscando soluções duradouras e economicamente viáveis para proteger nossas florestas e vegetação nativa, levando em consideração também as implicações sociais e econômicas nessas comunidades.

Nós contamos com o apoio da Plataforma Parceiros pela Amazônia para que possamos trabalhar nas melhores iniciativas e soluções sustentáveis para a Amazônia. Contamos com toda a expertise do grupo e de outras organizações do setor privado para que possamos criar alternativas econômicas viáveis para melhorar a qualidade de vida das pessoas que moram nessa região, além de conservar toda a sua biodiversidade e seus recursos naturais.

2.Como tem visto a evolução da Plataforma nesses dois últimos anos?

Como membros da PPA e engajados no Grupo de Trabalho de Mercados, reiteramos nosso agradecimento e enxergamos com muita satisfação a dinâmica que vem sendo atribuída a toda trajetória da Plataforma desde os primeiros encontros com a formação dos GTS, contratação dos estudos específicos, definição de linhas de ação e cronogramas, bem como a interatividade entre as empresas que fazem parte de cada grupo de trabalho e demais stakeholders envolvidos no processo. Destacamos também a seriedade com que vem sendo gerida a PPA por meio da criação de Conselho Deliberativo, o qual fazemos parte nos proporcionando participação efetiva em todos os tramites e diretrizes, garantindo que tenhamos total transparência nas tomadas de decisão e definições em prol da PPA e seus membros.

3. Como tem sido a resposta da Cargill à COVID-19 nos territórios em que atua no Brasil? E por que participar da PPA Solidariedade?

Estamos vivendo um momento de muitos desafios e cumprir o propósito da Cargill em alimentar o mundo de maneira segura, responsável e sustentável nunca foi tão necessário como agora. Por isso, além de garantir a segurança dos nossos funcionários e a continuidade das nossas operações de forma segura, juntamos nossos melhores esforços para podermos estar ao lado daqueles que estão mais vulneráveis aos efeitos da pandemia.

No Brasil, a Cargill doou cerca de 2 milhões de reais para instituições beneficentes de 15 estados brasileiros desde o início da pandemia. Estamos trabalhando com parceiros sem fins lucrativos e organizações não governamentais (ONGs) para ajudar a lidar com a insegurança alimentar e as necessidades médicas de emergência daqueles que estão vulneráveis aos efeitos causados pelo COVID-19.

Um dos exemplos dessas doações, foi a parceria realizada com a USAID (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) que, juntas, vão doar mais de R$ 1 milhão ao programa PPA Solidariedade para mitigação do COVID-19 entre as populações mais vulneráveis da Amazônia Brasileira. A iniciativa tem como objetivo realizar a doação de cesta básicas para mais de 7 mil famílias, mobilizar campanhas de comunicação sobre os ricos da doença para mais de 50 mil pessoas da região de Santarém, Belterra e Mojui dos Campos, promover medidas de prevenção e controle nas unidades de saúde e domicílios; apoiar o sistema de saúde local, como hospitais e clínicas; e apoiar 5 associações de empreendedores, pequenas empresas com impacto social, grupos de produtores e cooperativas, que impactaram pelo menos 200 famílias diretamente, com contribuições financeiras, serviços de assessoria empresarial e acesso a empréstimos com juros baixos ou microcrédito.

4.Como a pandemia podem impactar na mudança para um modelo mais sustentável na Amazônia?

Nesse momento de pandemia, precisamos agir para mitigar o Covid-19 entre as populações mais vulneráveis da Amazônia. Assim, cuidando do bem-estar das pessoas que moram lá, levando desenvolvimento e prosperidade às comunidades, podemos criar novas realidades e alternativas para contar com a ajuda de todos na preservação da biodiversidade da região e de seus recursos naturais.